Ordem Valvatida

                                           Ordem Valvatida
É a maior ordem de Estrelas-do-mar.
Valvatida

Solaster dawsoni atacando Hippateria spinosa (dois membros da ordem Valvatida)
Solaster dawsoni atacando Hippateria spinosa (dois membros da ordem Valvatida)
Classificação científica
Domínio:Eukaryota
Reino:Animalia
Filo:Echinodermata
Superclasse:Asterozoa
Classe:Asteroidea
Ordem:Valvatida
Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Valvatida


A estrela-do-mar-coroa-de-espinhos


A estrela-do-mar-coroa-de-espinhos é é a segunda maior estrela-do-mar do mundo, podendo crescer mais de 1 metro de diâmetro. É uma espécie endêmica dos recifes de corais tropicais no Mar Vermelho, Oceano Índico e no Oceano Pacífico. Como animais solitários, elas se alimentam sozinhas e mantêm distância constante entre si e outros membros de sua espécie. Move-se graças aos milhares de pequenos pés cilíndricos que tem debaixo dos braços; esses respectivos pés tem ventosas que grudam nas pedras.

Seus espinhos são muito afiados e capazes de perfurar roupas de mergulho padrão e outras roupas. Eles também são venenosos; quando a coroa-de-espinhos se alimenta, ela libera uma substância química que é conhecida por atrair mais estrelas-do-mar para a área. Causam ferimentos graves, e ainda liberam uma neurotoxina no sangue que pode causar uma forte dor, capaz de durar horas, bem como náuseas e vômitos. Alguns mergulhadores matam esses predadores através da injeção de ácido do estômago da própria estrela em cada uma de suas muitas pernas.

É um predador carnívoro e voraz que ataca corais. Uma coroa-de-espinhos pode consumir até 6 m² de recife de coral vivo por ano. Durante períodos de escassez de alimentos, a coroa-de-espinhos pode sobreviver de reservas de energia por mais de seis meses.

Os espinhos venenosos e afiados cobrem quase toda a superfície do corpo da coroa-de-espinhos. Essas defesas naturais tornam o animal pouco atraente para a maioria dos outros predadores de recife. Apesar disso, o Tritão-gigante (um molusco) e o camarão-arlequim atacam e comem coroas-de-espinhos.

Essa estrela-do-mar ganhou notoriedade como uma ameaça para o ecossistema de recife de coral, particularmente na Grande Barreira de Corais na costa da Austrália. A superpopulação de coroa-de-espinhos tem sido responsável pela destruição generalizada de recifes. Alguns ecologistas apontam que a coroa-de-espinhos tem um papel importante e ativo na manutenção da biodiversidade de recifes de coral, conduzindo a sucessão ecológica.

Fonte: www.aherdeiradomar.com.br/#!cur-estrela-do-mar/c1ore

Classificação das estrelas-do-mar azuis

Elas estão na ordem Valvatida, na família Ophidasteridae, no gênero Linckia, espécie laevigata. Nos tempos de Linnaeus, a classificação era baseada na descrição e observação, e frequentemente os cientistas discordavam nela. Hoje, muitos cientistas utilizam o DNA para realizar a classificação, o que causa menos discussões acaloradas entre os pesquisadores.


Linckia laevigata: Estrela-do-mar azul



Jupiterimages/Photos.com/Getty Images

A classificação de gênero e espécie da estrela-do-mar azul é Linckia laevigata. Ela vive nos recifes de coral marinho da Indonésia, em profundidades de até 60 metros. Estrelas-do-mar azuis têm cerca de 30 a 40 centímetros de diâmetro, e se reproduzem assexuada e sexuadamente. Vivem até 10 anos. Uma vez que são noturnas, pouco é conhecido sobre seus hábitos. Elas não estão listadas como ameaçadas ou em perigo. Porém, os recifes de coral onde elas vivem estão enfraquecendo. Esses ambientes também estão sendo colhidos para aquários caseiros. Essas duas pressões podem levar a uma queda nos seus números populacionais.
Fonte: www.ehow.com.br › Conhecimento
Famílias da Ordem Valvatida
Asterinidae, Chaetasteridae e Ophidiasteridae.

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